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The BUSS or "Backup Speed Scale"

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The "Backup Speed Scale" or BUSS is a tool which pilots use when speed indications cannot be used.

To use the BUSS, the crew must first disconnect the three ADRs (air data reference - anemometric stations). Once these have been disconnected, the crew can no longer use them during the flight.

With the BUSS system, speed is no longer calculated by the Pitot probes, but by the aircraft's incidence probes. The speed indication, which is less precise, is presented in the form of green, ambre and red stripes. In a high turbulence situation at high altitude, the speed indication given is very unstable and difficult to use.

On its A330s and A340s, Air France considered installing the BUSS system offered by Airbus and carried out tests on its flight simulators These tests did not lead Air France to adopt this system.

This is because it has the incovenience of depriving the crew of anemometric data during the flight once the BUSS system is activated, whereas experience has shown that the loss of speed indication is generally for a short time only. Moreover, the system is difficult to use at high altitude.

This has been confirmed by Airbus which recommends in a FOT (Flight Operations Telex) dated 9 September 2009 not to use this system at an altitude higher than 250, i.e. 7,600 metres (25,000 feet).

Glossary

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Português

Sistema BUSS (Back Up Speed Scale)

O "Backup Speed Scale" ou BUSS é uma ajuda aos pilotos utilizada quando as indicações de velocidade não podem mais ser exploradas.

Para utilizar o BUSS, a tripulação deve antes desconectar os 3 ADR (calculadores de dados anemométricos). Depois de efetuada esta operação, a tripulação não tem mais a possibilidade de recuperá-los durante o voo.

Com o sistema BUSS, a velocidade não é mais calculada com a ajuda dos tubos Pitos, mas sim a partir do ângulo de incidência do avião. A indicação, que é menos precisa, se apresenta sob a forma de setores verde, âmbar e vermelho. Em situação de turbulências em alta altitude, a indicação de velocidade apresentada é muito instável e difícil de ser utilizada.

Em seus A330 e A340, a Air France estudou a instalação do sistema BUSS proposto pela Airbus, realizando testes em simuladores; esses testes não convenceram a Air France a munir-se deste sistema.

Na verdade, este sistema apresenta o inconveniente maior de não fornecer à tripulação os dados anemométricos durante todo o voo quando ele é ativado, quando a experiência mostrou que a perda de indicação de velocidade é geralmente de curta duração; além disso sua utilização em alta altitude é difícil.

Tal fato é confirmado pela Airbus que recomenda num FOT (Flight Operations Telex) de 9 de setembro de 2009 que não se utilize este sistema num nível superior ao 250, oui seja 7600 metros de altitude.

 

Deutsche

BUSS, Backup Speed Scale

Das Backup Speed Scale-System (BUSS) ist eine Navigationshilfe, die eingesetzt wird, wenn keine verwertbaren Geschwindigkeitsdaten vorliegen.

Zur Aktivierung des BUSS-Systems muss die Crew alle drei ADR-Einheiten (Air Data Reference, anemometrische Messungen) ausschalten. Nach diesem Vorgang können die ADR-Einheiten für den Rest des Fluges nicht mehr verwendet werden.

Mit dem BUSS-System wird die Geschwindigkeit nicht mehr anhand der Pitotsonden, sondern anhand der Anstellwinkelsensoren des Flugzeugs berechnet. Die Geschwindigkeitsangabe ist ungenauer und wird in Form von grünen, gelben und roten Balken angezeigt. Bei Turbulenzen in großer Flughöhe ist diese Geschwindigkeitsanzeige instabil und schwierig in der Anwendung.

Air France hat die Ausstattung ihrer A330 und A340 mit dem von Airbus angebotenen BUSS-System untersucht und entsprechende Versuche im Flugsimulator durchgeführt. Diese Tests bewogen Air France nicht dazu, sich für dieses System zu entscheiden.

So hat es den Nachteil, dass die Crew nach Aktivierung des BUSS-Systems während der gesamten Restdauer des Fluges auf anemometrische Messungen verzichten muss, obwohl der Ausfall der Geschwindigkeitsangabe erfahrungsgemäß in der Regel nur von kurzer Dauer ist. Darüber hinaus ist die Anwendung des Systems in großen Flughöhen schwierig. Das wird auch von Airbus bestätigt. In einem FOT (Flight Operations Telex) vom 9. September 2009 empfiehlt das Unternehmen, das BUSS-System ab Flugfläche 250, d. h. ab 7.600 Metern, nicht einzusetzen.

Glossar

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