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Air France’s reaction to the publication of the BEA’s third intermediate report

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Friday 29 July 2011

In its third intermediate report, the French Accident Investigation Bureau (BEA) has just presented the exact circumstances of the AF 447 Rio/Paris accident on 1 June 2009.

It sheds further light on this tragedy that has deeply affected Air France and the entire air transport community. Air France wishes to pay tribute to the memory of the passengers and crew who lost their lives and extends its most sincere thoughts to their families.

From the flight recorder data, it has been established that the combination of multiple improbable factors led to the disaster in less than four minutes: the icing of the Pitot probes was the initial event that led to the disconnection of the autopilot, the loss of associated piloting control protections and considerable roll movements. After the manoeuvres carried out by the crew in deteriorated and destabilizing piloting conditions, the aircraft stalled at high altitude, could not be recovered and struck the surface of the Atlantic Ocean at high speed. It should be noted that the misleading stopping and starting of the stall warning alarm, contradicting the actual state of the aircraft, greatly contributed to the crew’s difficulty in analyzing the situation.

During this time, the crew, comprising both First Officers and the Captain, showed an unfailing professional attitude, remaining committed to their task to the very end. Air France pays tribute to the courage and determination they showed in such extreme conditions.

At this stage, there is no reason to question the crew’s technical skills.

Work will now continue to understand the causes and the various technical and human factors that contributed to the events leading to this disaster. It is important to understand whether the technical environment, systems and alarms hindered the crew’s understanding of the situation.

The BEA has also issued various recommendations for the European authorities in charge of air safety that Air France has already implemented or will implement as soon as possible. In addition to the elements that will be brought to light by the BEA’s final report and the work of the legal inquiry, we know that the measures already taken have considerably improved the safety of air transport, which is the most important aspect for the air transport industry. These measures prevent such an accident happening again.

 

Português

Reação da Air France à publicação do terceiro relatório do BEA

O Bureau de Pesquisas e Análises acaba de apresentar, em seu terceiro relatório, as circunstâncias exatas do acidente do voo AF 447 Rio/Paris em 1º de junho de 2009.

Este trabalho vem esclarecer ainda mais esta tragédia que abalou profundamente a Air France e a comunidade do transporte aéreo. A empresa deseja prestar sua homenagem à memória dos passageiros e membros da tripulação deste acidente e transmite seus sinceros pêsames às suas famílias.

A partir da análise dos dados dos gravadores de voo, ficou presentemente estabelecido que a combinação de múltiplos elementos improváveis conduziram à catástrofe em menos de quatro minutos: o congelamento das sondas Pitot foi o evento inicial que levou ao desligamento do piloto automático, à perda das proteções associadas de controle de pilotagem e a consideráveis movimentos de rolagem. Num ambiente dentro da cabine de comando degradado e desestabilizado, o aparelho perdeu sustentabilidade a grande altitude, sem conseguir recuperá-la, e chocou-se na superfície do oceano Atlântico em grande velocidade. Note-se que as inúmeras vezes em que os alarmes de perda de sustentabilidade foram ativados e parados intempestiva e enganosamente, em contradição com a situação do avião, contribuiu fortemente na dificuldade da tripulação em analisar a situação.

Durante esta sequência de acontecimentos, a tripulação no comando, reunindo as competências dos dois copilotos e do comandante, fez prova de consciência profissional e comprometimento até o fim na condução do voo. A Air France presta homenagem à sua coragem e à sua determinação nestas condições extremas.

Nada permite, neste estágio, colocar em dúvida as competências técnicas da tripulação.

O trabalho agora vai continuar a fim de compreender as causas, os diferentes fatores técnicos e os fatores humanos que contribuíram no desenrolar desta catástrofe. É importante compreender se o ambiente técnico, os sistemas, os alarmes complicaram a compreensão da situação por parte da tripulação.

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